quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Círculo Precioso Amarelo

Círculo Precioso Amarelo



Dia 08/12, Dia de Oxum... Sexta-feira, Oxum, Lakshmi, Afrodite... As deusas da beleza, amor, abundância/fertilidade. Oxum, Nossa Senhora da Conceição, no dia da justiça e Nossa Senhora da Rosa Mística. Um poderoso dia para 6 mulheres se reunirem em mais um Precioso Círculo de Mulheres. 
Energizadas pela alegria, espontaneidade e descontração do amarelo, que também nos remete ao ouro, a prosperidade... A abundância que as deusas de hoje tanto gostam. 

Vivenciamos o arquétipo de Oxum, reconhecemos esta face em cada uma de nós e a honramos. 

As nossas Ametistas foram energizadas e a partir delas a irradiação da energia trabalhada hoje a todas as mulheres....



Para finalizar, Afrodite nos dá o seu recado através do Oráculo que traz sempre as mensagens certeiras.

Mulheres radiantes, alegres e exalando beleza e sensualidade ofertam sua dança a Deusa e deixam a energia fluir aos dias que se seguem, ainda com as marcas deixadas dentro de cada uma!

Saphyra
Escrito em 13/12/17

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Círculo Precioso Cor de Rosa

Círculo Precioso Cor de Rosa



12 mulheres sentiram-se chamadas para uma tarde amorosa, abençoada sob as graças de Kuan Yin.
O aroma da lavanda foi lhes acolhendo e ao redor da deusa sentamos em comunhão, compartilhando um pouco de nós com outras mulheres que juntas buscavam por coisas tão distintas, mas todas envoltas de uma energia comum: o amor.

A fala conduzida pela sagrada flor do Oriente, a lótus cor de rosa, símbolo da sabedoria, nos dando as palavras certas, o aconchego e segurança de que podemos dizer aquilo que tanto estamos guardando dentro de nós.
E Ela, Kuan Yin, ao centro, rodeada por suas oferendas, flores, frutas, incensos, lavanda, óleos, a vela que aqueceu os nossos corações, e entregamos a Ela todos os nossos lamentos, com a certeza de que "Aquela que ouve os lamentos do mundo" estaria nos ouvindo e a Senhora da Compaixão saberia o que seria melhor para cada uma de nós. A Ela entregamos e confiamos!

Em nossa troca compreendemos o amor incondicional e o verdadeiro perdão!

Unidas entoamos OM MANI PADME HUM e as lágrimas chegaram em um lindo momento de pura emoção.

O Cor de Rosa nos transformou e a suavidade, ternura e amor se espalhou entre nós e reverberou a todo universo, que clama por amor!



O lírio ofertado que perfumou o ambiente, na dança e canção foi citado, anunciando a próxima Mãe que nos alimentará no próximo encontro: "...colhendo lírio lirulê, colhendo lírio lirulá, colhendo lírio para enfeitar o meu gongá..."

Saphyra -
Círculo Precioso Cor de Rosa - Realizado em 19/08/2017

sábado, 22 de julho de 2017

Danças Femininas Integradas

Danças Femininas Integradas

Resumo: A aula de Danças Femininas Integradas une diversas danças femininas (ancestrais e contemporâneas), espiritualidade feminina (ao vivenciar a dança como uma prática sagrada que nos conecta com o divino), terapias, meditações e trabalhos corporais para despertar a consciência do seu corpo e da sua própria feminilidade, acessando energias femininas guardadas e reconhecendo as já despertas, entrando em contato com as várias faces de nós mesmas. Uma forma de cura, integração, celebração, transformação e muito mais... que descobriremos dançando.



A essência feminina habita em nosso corpo, a espiritualidade feminina atua no corpo, e a dança é uma das formas mais rápidas de acessá-la, resgatá-la ou despertá-la.
Na Antiguidade a dança e a espiritualidade não se separavam, a dança era uma maneira de se conectar com o divino, dando à mulher a condição de se identificar com a deusa.

“Cantar, dançar e rezar não eram atividades separadas. Tudo podia ser, e era, pertencente ao sagrado.” (Lucy Penna)

“Quando o ser humano da antiguidade dançava, ele vivenciava os deuses em torno de si.” (Maria-Gabriele Wosien)

A dança é uma oração em movimento, e nosso corpo é o templo onde o sagrado habita.

Através da prática de diversas danças femininas (ancestrais e contemporâneas) transitaremos entre as mulheres de diversas culturas em diferentes períodos, descobrindo-as dentro de nós.
Experimentando diferentes maneiras de dançar, de se expressar através do corpo, explorando diferentes qualidades de movimento e trazendo a essência primordial que faz com que aquela dança aconteça em seu corpo, buscaremos a sutileza de cada gesto, respeitando os detalhes, reativando em nós a memória ancestral que olha para o corpo e para o feminino de uma maneira diferente da que nos foi ensinada no mundo moderno.

“As danças ancestrais incorporam padrões sagrados ligados à imagem arquetípica da Grande Mãe” (Laura Shannon)
Imagens arquetípicas que através da dança apenas recordamos e voltamos a ser a mulher que já fomos há milhares de anos quando éramos consideradas sagradas.
Reproduzir danças ancestrais no mundo contemporâneo reverbera algo em nós, são mensagens codificadas através da estrutura, da forma, da intensidade, do peso, tamanho, ritmo, tempo ou postura de cada dança, tudo tem um significado simbólico e carrega uma mensagem, que com olhar atento e amoroso, sensivelmente, podemos decifrar a sabedoria oculta em cada dança.

Através da dança oriental (dança do ventre), danças ciganas (em toda sua diversidade), indianas, havaianas, persas, italiana, danças bálcãs, circulares, diversos folclores, dança terapia, meditações guiadas, uso de oráculos, ervas, aromas, imagens, poesias, cantos,  artes manuais, métodos de Educação Somática para o desenvolvimento da consciência corporal entre outras técnicas que possam auxiliar a atingir os objetivos de cada encontro, vamos trilhando uma jornada de resgate da nossa feminilidade.

Dançando esta diversidade de danças femininas mobilizamos diferentes energias dentro de nós, ativamos as diversas mulheres que habitam em nós, despertamos energias femininas guardadas e reconhecemos as já despertas, entrando em contato com as várias faces de nós mesmas desenvolvendo a consciência de si própria.
A vivência de cada aula despertará sensações, emoções, lembranças que serão liberadas através do corpo em movimentos individuais que partem do poder criativo de nossos ventres, tornando-se uma forma de cura, integração, celebração, transformação e muito mais... que descobriremos dançando.

Aulas semanais com Saphyra (Cristiane Wilson) – Bailarina profissional, professora e pesquisadora de danças étnicas desde 1996. Atua especialmente com dança oriental, danças ciganas e indianas. Graduada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi com especialização na Arte do Movimento – Laban. Tem se dedicado às pesquisas de dança vivenciando diretamente com as comunidades no Brasil e em diversos países, buscando além da reprodução dos movimentos, mas a essência da dança absorvida pelo contexto em que ela acontece. Sócia-proprietária da Boutique Cigana, comércio criado por sua mãe há 40 anos, atualmente segue dando continuidade a este trabalho junto ao seu espaço de danças e terapias onde oferece aulas regulares de dança, cursos, workshops, vivências e terapias voltadas a cura e resgate do feminino sagrado e autêntico. Guia do Círculo de Mulheres “Círculo Precioso”, Moon Mother preparada por Miranda Gray para oferecer a Bênção do Útero e a Cura do Útero.

A prática semanal de Danças Femininas acontece às terças-feiras 19:30 h em Saphyra Espaço de Dança ou em vivências esporádicas em datas previamente agendadas. 

Saphyra (Cristiane Wilson)

sábado, 15 de abril de 2017

Páscoa, Ovos, Coelhos e Renascimento. A Deusa Eostre.

Páscoa, Ovos, Coelhos e Renascimento. A Deusa Eostre.


Páscoa, celebração cristã que comemora a ressurreição de Cristo, o retorno à vida.
Em inglês Easter e em alemão Ostern, termos derivados da deusa Eostre, também conhecidacomo Eastre, Esther, Ostera, Oester e sua celebração Ostara, que comemora a chegada da Primavera.

Eostre é uma deusa donzela, deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo saxônica, nórdica e germânica. Seu símbolo é a lebre e o ovo. A lebre (ou coelho) representa a fertilidade pelo seu poder de se reproduzir rapidamente e em grande quantidade, e o ovo representa os novos começos, a renovação, o início de uma nova vida.

Eostre tinha adoração por crianças, adorava cantar e lhes entreter, elas a seguiam onde quer que ela fosse.
Um dia, Eostre, estava sentada com as crianças em um jardim e um pássaro voou sobre ela e pousou em sua mão. Eostre, após dizer algumas palavras mágicas, o transformou em uma lebre, deixando as crianças maravilhadas. Mas com o tempo perceberam o animal infeliz com a transformação, pois não podia mais cantar e voar. Logo, as crianças pediram que revertesse o encantamento, mas Eostre não conseguia. Então, esperou o inverno passar e na chegada da Primavera, quando seus poderes se tornam mais fortes, a Deusa transformou a lebre novamente em pássaro que comemorando sua liberdade botou ovos em homenagem à Eostre e às crianças, em agradecimento transformou-se novamente em lebre, pintou os ovos e os distribuiu pelo mundo.
E, Eostre para lembrar as pessoas de seu ato tolo de transforma-lo em lebre sem seu consentimento, interferindo no seu livre-arbítrio, inscreveu a figura da lebre na lua, que pode ser vista até hoje por nós.
 
Páscoa, ovos coloridos, coelho, renascimento e primavera. O que tem em comum?

Tanto a páscoa cristã como as celebrações de chegada da Primavera celebram a chegada ou retorno à vida.
A chegada da Primavera, depois do inverno, o retorno à vida após o recolhimento. Cristo ressuscitou após um período de recolhimento.
Celebrações à deusa Eostre eram comemoradas no primeiro domingo de Lua Cheia após o equinócio de Primavera (no hemisfério norte), na mesma data em que celebramos a Páscoa.
Nos cultos à Deusa, ovos pintados com vários símbolos mágicos eram lançados ao fogo ou enterrados como oferenda. Este antigos cultos foram absorvidos e misturados às comemorações judaico-cristãs e se transformaram no costume da entrega do ovos pelo coelho e troca de ovos durante a Páscoa, que celebra o renascimento, o ressurgimento de uma vida nova, a ressurreição d'Aquele que morreu e renasceu. 
É o momento de deixar nascer aquilo que deixamos morrer, deixar surgir o novo e deixar crescer aquilo que plantamos com amor.

Boa Páscoa! Feliz Ostara (hemisfério norte)!
Sob as benção do Cristo Ressucitado e da Deusa Eostre vivos nos símbolos da Páscoa!
Que os coelhinhos incrivelmente férteis lhe tragam muitas coisas novas através dos ovos deliciosamente feitos de chocolate!




Saphyra (Cristiane Wilson)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Eu sou a Deusa

Eu sou a Deusa



"Eu sou a Grande Mãe, fui-o antes de toda criação, antes mesmo de toda a existência
Sou a força primitiva, ilimitada e eterna.
Eu sou a deusa pura da lua, a senhora de toda a magia.
Os ventos e folhas ondulantes cantam o meu nome.
Repouso sobre a lua e meus pés dançam nas estrelas do céu...
Sou todos os mistérios por desvendar,
O novo caminho.
Eu sou o campo lavrado pelo arado.
Sou a alegria daqueles que atendem o meu chamado
Sou aquela que traz a abundância e força. 


Eu sou a mãe santificada
Sou a senhora das colheitas
Sou a senhora vestida da plena natureza
Sou o perfume da terra fresca
Sou o brilho das sementes douradas dos campos cultivados
Sou Aquela que governa as marés
Sou o refúgio e a cura
Sou a vida e que germina em tudo e em todos
Sou a velha, e a nova, o próprio ciclo da morte e do renascimento.
Sou a Grande roda
Sou a sombra da lua
Sou eu quem rejo as mulheres e os homens
Sou eu quem dá libertação e a renovação às almas cansadas.
Sou a Deusa da lua, da terra e dos mares
Meus nomes são muitos e infinitos
É das minhas mãos que sai a perspicácia, a paz, a sabedoria e a compreensão.
Sou a eterna jovem
Sou a Mãe eterna
Ainda que me chamem imensos nomes
Sou eu sempre a mesma
Quem envia a minha doce paz sobre cada coração".


(Desconhecido)

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Círculo Precioso Laranja

Círculo Precioso Laranja



Van Gogh já havia dito: "Não existe laranja sem azul"
Depois de um último Círculo em que nos conectamos com azul, hoje nos encontramos para entrar em contato com o laranja, da calmaria do azul à dinâmica do laranja...

10 mulheres se encontram ao redor de um altar, o centro de um Círculo composto por alguns
elementos carregados de sentido: As flores em tons de laranja para nos lembrar da Mãe natureza, do feminino sagrado e nossa conexão com ela; as laranjas (fruta) para representar a origem do nome da cor, do sânscrito nãrangah, o nome da árvore de onde vem as laranjas; a vela representando o fogo, dos elementos da natureza o que carrega a cor alaranjada; e Amateresu, a Deusa do sol no Japão, que nos inspirará em uma das vivências deste Círculo.

As palavras êxtase, prazer, emoção, união, realização, amor, gratidão, alegria, harmonia, dança, abrem nossa tarde.

E uma jornada nos leva a cachoeiras, ao mar, ao rio... A dança do mar, a correr e rir, aplaudir e alegrar e dançar... E rir... Rir para alegrar... Observar, abraçar e dançar... Caminhar, brincar de ciranda e celebrar o pôr do sol!!!

O laranja "infantil", o laranja "cigano", que representa a vida, o "revigorante", que te equilibra, é energia, vitalidade, é movimento. A espiritualidade, a sabedoria, a Índia.

Amaterasu, a deusa do sol no Japão, recolhida em uma caverna. A dança engraçada e lasciva de Uzume, a deusa xamã japonesa, provoca risos e uivos das divindades, a agitação desperta a curiosidade de Amaterasu para fora da caverna, que ao espiar se depara com sua própria beleza refletida no espelho e então, sai da caverna trazendo a luz e o calor de volta ao mundo. O sol volta a brilhar graças a diversão e alegria!
Que dança é essa? Como realizar uma dança que cause tanto alvoroço e gargalhadas para trazer o sol de volta?
Como executar esta dança em uma sociedade que molda como deve se comportar uma mulher? E se você sai deste padrão moldado pelas sociedades? Quando sair deste padrão? O quanto você se permite sair deste padrão?

Dançamos... Rimos... Gargalhamos... Saímos dos padrões... Nos permitimos... Despertamos o Sol, a alegria, nos divertimos e nos curamos... Curamos nossos corações com alegria, nos renovamos, falamos e percebemos a importância de estarmos aqui, conectadas entre mulheres, escutando umas às outras, pois como foi muito bem colocado: "Quando a gente fala, a gente se cura".

E então, a espiritualidade feminina assume seu papel com a contribuição de cada mulher para o bem estar de todos e a generosidade da cor laranja presente neste Círculo irradia a energia de amparo aos desprotegidos, o laranja associado àquele empenhado em promover mudanças que beneficie a humanidade é enviado àqueles que sofrem de depressão, àqueles que se encontram desanimados, sem estímulo, sem prazer e sem criatividade...

Criatividade despertada, presente em nosso 2° chakra, de cor laranja, localizado onde habita o nosso poder de criação, o nosso útero. A cor laranja que desperta a mente e auxilia no processo de assimilação de novas ideias. Vamos estimular este dom criativo? Qual sua ideia? O que vai surgir de novo até o nosso próximo encontro?


" ... Sinhá Rainha sua casa cheira,
cheira cravo e rosa e flor de laranjeira..."


Saphyra (Cristiane Wilson)
Círculo  realizado em 06/08/2016
em Saphyra Espaço de Dança - Unidade Tatuapé

terça-feira, 12 de julho de 2016

Benção do Útero & Cura do Útero

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Benção do Útero e Cura do Útero
Moon Mother: (Saphyra) Cristiane Wilson
Uma moon mother (mãe lua) é uma mulher preparada pela britânica Miranda Gray (idealizadora da Benção do Útero) para passar a energia do Divino Feminino a outras mulheres através da:
* Sicronização da Benção Mundial do Útero – Acontecem durante 5 luas cheias no decorrer do ano
* Benção do Útero (individual ou pequenos grupos) – Despertar das energias femininas
* Cura do Útero (individual ou pequenos grupos) – Equilíbrio das energias femininas
No centro de energia, localizado na região do útero, habita a alma feminina, é o lar das energias femininas, toda mulher possui, mesmo aquelas que não possuem o órgão físico.
Benção do Útero
A Benção do Útero é um sistema de despertar das energias femininas,um sistema leve, suave e poderoso.
A Benção vai despertar as energias femininas existentes dentro de cada mulher. Estas energias estão ligadas às 4 fases do ciclo da mulher, às fases da lua, às estações do ano, aos 4 arquétipos (Donzela, Mãe, Feiticeira e Anciã) que são aspectos de nós mesmas. Alguns destes aspectos podem estar bloqueados ou latentes, ao desperta-los harmonizamos e equilibramos as nossas 4 energias criando harmonia no ciclo menstrual e na vida da mulher, curando e equilibrando padrões e bloqueios, harmonizando seu ciclo aos ciclos lunares, trazendo amor, aceitação e empoderamento para si, trazendo-a de volta ao sagrado, à sua feminilidade autêntica.
Esta técnica de canalização de energia traz:
* Transformação pessoal (conecta a mulher a uma profunda vibração de amor e luz);
* Transformação física, emocional, mental e espiritual da mulher através da abertura dos centros energéticos;
* Consciência da energia feminina dentro dela;
* Consciência dos dons que estão em seu ciclo e o melhor proveito que se pode tirar de cada um deles;
* Harmonia ao ciclo menstrual ou menopausa;
* Auto aceitação, empoderamento, trilhando um caminho de amor próprio às mulheres cíclicas, às mulheres na menopausa e às mulheres sem útero físico;
* Traz de volta a força feminina perdida.
Indicada para mulheres que desejam engravidar, mulheres na menopausa, mulheres com miomas ou cistos, com ciclos menstruais irregulares, em recuperação de parto, gestantes, mulheres que estão gestando algum projeto e querem incentivar seu centro criativo.
Cura do Útero
A Cura do Útero vai trabalhar no equilíbrio das energias femininas, atuando nos 3 principais centros energéticos da mulher:
* No profundo interior do cérebro – Regula os hormônios, expande a consciência;
* No coração – Mantém a abundância e generosidade, amor desinteressado, amor incondicional. Cura o coração e questões relacionadas a amor e carinho, a dar e receber, curas emocionais (culpa, mágoa, abandono, cuidado, etc)
* Ventre/Abdômen – é o centro da nossa relação com a terra e o mundo, de intimidade, criatividade, sensualidade, sexualidade e espiritualidade feminina. Energia atua nos problemas físicos e padrões emocionais que tendemos a guardar nesta região.
A Cura do Útero vai atuar nestes 3 centros de energia e o fluxo entre eles, agindo especialmente no equilíbrio  4 arquétipos femininos do nosso ciclo e em nossa aceitação de sua presença, em mulheres cíclicas ou plenas (na menopausa).
Benefícios:
* Cura aspectos femininos já despertos na vida da mulher, mas que podem estar esgotados ou bloqueados;
* Equilibra ciclos incômodos e difíceis (com cólicas ou TPM);
* Ajuda na cura de feridas que podem estar guardadas no útero (mágoa,  abandono, abuso, violência, cicatrizes de cesariana, cistos, miomas, etc);
* Traz a completude para mulheres na menopausa.
A cura do útero é uma técnica de apoio utilizada no período de integração de uma mulher após receber a benção do útero.
Para atendimentos individuais é necessário agendar!
Entre em contato
por e-mail: desabrochardafeminilidade@gmail.com
ou telefones (11) 3228-2404 / (11) 99751-6440 (vivo/whatsapp)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Círculo Precioso Azul

Círculo Precioso Azul

As primeiras cores começam a se manifestar em cada Círculo. Hoje, foi dia de azul com seu poder calmante e relaxante. A presença da cor azul no espaço e nas peças de roupas voluntariamente vestidas pela maioria das participantes já anunciava momentos de serenidade e a paz interior que viemos encontrar. 
Azul, a purificação, como as águas, acor que simboliza o mar...

"Azul da cor do mar" como já cantou Tim Maia.
O símbolo do divino: No hinduísmo a cor azul é sagrada, Pushkar (cidade sagrada no Rajastão, Índia) é conhecida por "Cidade Azul", Krishna é muitas vezes retratado na cor azul, Brahma (o criador do Universo) surgiu de uma lótus azul...

5 mulheres purificam-se com as águas perfumadas, àquela que chega pela primeira vez a um Círculo Precioso ganha sua ametista de conexão com o grupo e sentam-se aleatoriamente ao redor do altar, conectando-se a cor azul, aos símbolos contidos neste altar...

Uma praia!!!
Lembranças... Me lembro daquela praia que me parece selvagem, como eu, ou como eu gostaria de ser, ou a que me sinto mais a vontade, ou a que com suas águas calmas, considero meu recanto de paz ou a que traz lembranças de quem sou. 


Meditações... me levam a diferentes locais, me tiram do mundo agitado, turbulento, barulhento, e me levam ao meu mundo de tranquilidade e então, ao mundo que desejo agora, neste momento, e que por alguns segundos pode ser mudado. Mas, para agora é este mundo que eu vejo, que vem a mim, é o que desejo agora... Neste grupo, aqui e agora, no geral: a paz. 

Ah! As águas, o mar, a limpeza, a purificação.
Agradeço as presença sagrada das águas no meu corpo, desde o instante em que nascemos, nos conscientizamos desta presença divina em nosso corpo, a deusa se faz presente dentro de nós através dos líquidos do nosso corpo. Agradecemos às lagrimas, o sangue, no suor... A água que simboliza nossos sentimentos, emoções e a nossa intuição.
As águas do mar com as marés influenciadas pelas fases da Lua, como somos nós, mulheres. Honramos às diversas mães do mar, manifestada de diferentes formas com diferentes nomes em diferentes culturas.
Diante de cada uma de nós, há uma mensagem oculta de cada uma destas divindades do mar. E, pedimos a elas sua ajuda para superar as marés baixas da nossa vida e para encontrar a tranquilidade diante da tempestade e turbulência.
Pedimos ao mar a cura, que leve o que desejamos limpar em nós, curando a nós mesmas para o mundo curar, que haja paz, que haja tranquilidade, que haja harmonia nas relações.

Cibeli, Juliana, Carmen, Célia e Saphyra


"Devemos nos lembrar de que nosso espírito nos leva de volta para a água, pois ele flui no pulsar do rio e retorna para o mar onde a vida começou. Nossas almas são pesadas com tanta dor e decepção difíceis de carregar,mas nós pediremos ao rio levar nosso peso para o mar e oraremos ao mar lavar e renovar os nossos espíritos. Nossas lágrimas de dor e tristeza lavam nossas almas e nos libertam de tudo o que nos atordoa, removendo as marcas de sofrimento. Levantemo-nos radiantes e sigamos em paz, pois o nosso espírito foi lavado pelas ondas do mar e por elas renovado"
(Adaptado do "Book of Daily Prayer for Today´s Changeable World" - Retirado do site www.teiadethea.org
Círculo Precioso Azul
Realizado em 18/06/2016








domingo, 19 de junho de 2016

Círculo Precioso Arco-Íris

Círculo Precioso Arco Íris


No dia 29/04/ 2016 aconteceu este primeiro Círculo de um novo ciclo. No dia internacional da Dança, exatamente no mesmo dia do nosso primeiro encontro quando esta proposta nasceu no Espaço de Dança Saphyra.

Para começar o novo ciclo, o ciclo das cores, abrimos com o Arco-Íris, o facho de luz, formado com a descida da Deusa Íris, a mensageira dos deuses, apresentando-nos que o novo ciclo está transformado, o novo formato abre-se para a chegada de novas mulheres interessadas em estar neste espaço, e que a linda virgem com asas e mantos de cores vibrantes vem anunciar à temperança, a harmonia, servindo aos propósitos do feminino, e é com este propósito do feminino sagrado que nossos "novos" Círculos vão fluir.

10 mulheres adentram neste espaço sagrado, entrando em contato com a forma circular, tomando consciência de que o Círculo é uma mandala viva. Enquanto colorem mandalas, conscientizam-se do que é estar em um Círculo de Mulheres e a importância de se resgatar esta maneira ancestral e sagrada de se reunir, e percebem o poder transformador que mulheres reunidas em Círculo tem.

Apresentamo-nos umas as outras, o seu nome e a sua cor:
Carmen azul, Luciana lilás, Cibeli azul, Célia verde, Sônia azul, Eliane amarelo, Veraci amarelo, Cinthia vermelho, Cassia rosa, Saphyra azul.

Um Círculo silencioso, marcado pelas sensações, o fluir  das águas renovam os sentimentos que precisam ser transformados, o fluir e se renovar, anunciando o próximo Círculo com fluir das águas azuis do mar. Da deusa donzela, Íris, à mãe, às mães do mar.

Círculo realizado em 29/04/2016
Escrito em 19/06/2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Eu e o Feminino

Eu e o Feminino

O meu contato com o universo especialmente feminino se deu desde minha infância, onde cresci, na Boutique Cigana, loja da minha mãe, pela qual fui altamente influenciada em todos os meus caminhos futuros. Foi ali que floresceu em mim as danças ciganas que me levou ao descobrimento de outras danças étnicas. Do contato com a moda, arte, cores, sons e muitas mulheres, o meu trabalho com dança nasceu. Cresci em meio a muitos meninos, três irmãos, muitos primos, queria ser como eles, se de um lado eu tinha os exemplos masculinos, tive um grande exemplo feminino, minha mãe, o retrato da força feminina, trabalhou com mulheres e pelas mulheres. Na minha prática de dança me descobri menina-mulher, troquei as bermudas e camisetas largas por saias longas e resgatei o uso dos brincos, que não os deixei mais. A dança (cigana  e oriental) me deu a possibilidade de vivenciar a minha feminilidade. Ao ler o livro “Dance e Recrie o mundo” de Lucy Penna, tomei consciência deste processo transformador da dança, o quanto sua prática traz de volta a nossa essência feminina, perdida nos dias contemporâneos em que a mulher ganha espaço e se iguala aos homens.
Com o tempo, assisti esta transformação em muitas alunas e o trabalho com a valorização do feminino foi sendo inevitável. Cada vez mais este enfoque veio sendo naturalmente trabalhado em minhas aulas. A exploração de diversos estilos de dança, de danças de diversas culturas me aproximou de diversas mulheres, diversas facetas do feminino, e me permitiu perceber que quando quero acordar a mulher existente em cada uma, é preciso reconhecer quem é esta mulher. Através do corpo, das diversas danças, despertamos diferentes mulheres dentro de cada uma de nós e reconhecemos cada vez mais a nós mesmas. Fui percebendo como é importante para muitas mulheres “vestir-se” com elementos femininos,  e apenas o fato de colocar um saia, uma flor nos cabelos ou pegar em um véu as transforma incrivelmente. Trabalhei a auto estima em inúmeras mulheres, que passaram a se valorizar cada vez mais e valorizar o que cada uma tem de mais sagrado, o seu feminino.
Depois de uns bons anos percebendo este poder que a dança tem, chegou a mim o livro “O Milionésimo Círculo”, despertando em mim um desejo impulsivo de fazer um Círculo de Mulheres, mas ficou apenas na imaginação. E, de repente, do desejo de algumas alunas se reunirem para conversar, filosofar dança e compartilhar experiências, reascendeu em mim a vontade de fazer um Círculo de Mulheres, e de uma forma mágica, nasceu o Círculo Precioso, um  Círculo de Mulheres sem a intensão de se tornar um Círculo Sagrado, mas a energia tomada por mulheres reunidas com um mesmo propósito o fez se se tornar um espaço sagrado, mágico e transformador. O Círculo foi se fortalecendo naturalmente e um novo desejo tomou conta de mim, e senti uma grande necessidade de ampliar este Círculo, dando a oportunidade a novas interessadas e transformar cada vez mais mulheres, para isso seria necessário um aprofundamento ainda maior, ao ler o livro “Círculos Sagrados para Mulheres Contemporâneas” identifiquei muitos elementos que naturalmente já existiam nos Círculos Preciosos, reconheci a sacralidade ali já presente e hoje trago questões do feminino um tanto mais conscientes para esta roda!
Hoje, me preparo para seguir um novo caminho, não só de transformar mulheres, mas curá-las, uma cura um tanto mais profunda das realizadas pela dança, mas que vem para complementar este trabalho. Assim como outras mulheres, que declaram estar atendendo ao chamado da deusa, me sinto como elas, atendendo a um chamado interno, um possível chamado da deusa!


Gratidão Universo, por me fazer ter a sensibilidade de ter esta percepção!


Saphyra Cristiane Wilson
20/04/2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Círculo Precioso Ametista 2 - Encerrando o Ciclo

Círculo Precioso Ametista 2 - Encerrando o Ciclo

A transformação!

Este Círculo foi uma revisitação a todos os Círculos anteriores, um resumo de tudo que ficou marcado pelas experiências vividas, desde sua criação, a sua formação e fortalecimento. Uma viagem ao túnel do tempo, hora de refletir, analisar e mudar.
Nesta Círculo estiveram presentes: Luciana Zioli, Tabata, Gisele Hannagisa, Krystal, Cássia, Bete, Thais, Lye, Elaine Amorim, Saphyra...

"A necessidade de um Encontro, um espaço para reflexão e evolução de mulheres que dançam!
Dia Internacional da Dança, uma nova proposta nasce: Círculos Preciosos...
Com a ametista começa e com a ametista terminamos este ciclo. Ametista, a mudança, a transmutação!

Aproximadamente 40 mulheres passaram por estes Círculos, muitas frequentaram constantemente, muitas foram peças fundamentais para fundamentar este Círculo, para fortalecer esta ideia. Outras apenas deram uma passada, muitos olhares curiosos vieram descobrir este encontro misterioso e de repente não foram de fato tocadas, mas ainda assim deram sua contribuição, aquela sua única presença pode ter sido marcante para qualquer uma de nós.

Cada Círculo, uma pedra... Ametista, Ágata, Turquesa, Rubi, Pedra da Lua, Granada, Quartzo Branco, Citrino, Pedra do Sol, Fluorita, Turmalina Rosa, Vassora de Bruxa, Hematita, Azurita, Jade, Lepidolita, Ametrino,  Água Marinha... faltam algumas sim, talvez não tenham sido registradas, não sei se fiz as contas certas e acreditei ser o este o 21° Círculo, talvez não o seja, mas de qualquer forma o seu tempo já passou... É hora de mudar! Sim, as coisas mudam, é hora de perceber o que foi mudando, mudança é evolução! Quem faz parte deste Círculo hoje? Quem fez parte dos primeiros Círculos? Quem acompanha há algum tempo? Nunca ficamos com um espaço vazio, sempre antigas peças deram lugar a novas e junto com as novas peças, o novo, uma nova essência, uma nova descoberta, um novo momento, o novo pede novidades: é hora de mudar!

Muitos assuntos foram abordados, muitas questões, muitas e muitas lágrimas, “Saphyretes”, termo que cai em desuso por causa do novo, uma palavra recorrente: superação. E sempre mais lágrimas... as deusas, as mensagens dos deuses, e aquela que deixou de frequentar este Círculo nos escreveu: “uma imensa corrente invisível unia cada mulher e já não pertencíamos à prisão espaço-tempo! Ninguém podia nos ver, tampouco nos ouvir... Somente nós e os deuses da Dança” (Carmem). Ainda outra sentiu: “...eu percorria feito criança, que canta, que dança, que encanta dentro de minhas próprias veias, a pulsar meu próprio coração, como notas doces, leves e enfáticas. Descalço essas sandálias, vastas, cansadas, e piso com pés planos nesse gramado molhado, de terra perfumada. Elevo as mãos ao céu em conexão ao divino, e com um sorriso largo, e olhos que brilham agradeço a Deus por estar aqui. Meu sonho na janela, voando... livre a minha imaginação. Como se meu corpo não fosse mais escravo a movimentos que antes não superava, agora eu era livre, meu corpo levitava, minha mente viajava... Pude olhar a chuva, sentir o gosto... Eu dançava a dança, a dança me dançava... E naquele gramado, de um verde de que tão verde, verde não era. As flores me assistiam radiantes de felicidade, trovões ecoavam palmas estridentes, ininterruptas. Holofotes solares me faziam brilhar, ser estrela de mim mesma... eu me senti dançando... eu me senti: EU! (Natalia Parzanese). 

E os anjos? Quantos não foram os Círculos que esta imagem se fez presente. Sim, eles continuam a nos observar, mas com tantas mudanças, parece que esquecemos disso.
O que dizer da sintonia? Da harmonia com que tudo foi acontecendo... E quanto nos surpreendemos com o como tudo ia se encaixando, como se fosse planejado, estudado, arquitetado, combinado previamente, mas não! Fomos surpreendidas pela sintonia com que tudo foi acontecendo e naturalmente fluindo harmonicamente. 

E sempre lágrimas, emoções à flor da pele... Falamos de desapego, mudança e flexibilidade, falamos de saúde e muitas vezes citamos a dança como cura. Falamos de sonhos, desejos, vontades e fé. E a cada lágrima e certeza de que este Círculo não pode acabar, já foi escrito: “quantas lágrimas esperam este Círculo para desabar. Este Círculo que ampara, que recebe as lágrimas e os momentos de fraqueza, é o mesmo que nos fortalece”. Filosofamos, falamos de liberdade, dançamos os animais, dançamos para as deusas e então... o movimento... o Círculo, a roda que gira, gira, gira, para transformar, assim como os Dervixes, que giram, giram, giram, se esvaziam e se transformam... assim aconteceu com nosso Círculo, girou, se movimentou, se esvaziou e está se transformando para iniciar um novo ciclo. Um último Círculo falou do tempo, da velocidade, do século XXI, aqui nosso tempo é outro, será o tempo dos deuses?!
Aqui o tempo é o tempo que tem que ser!

Mulheres se reúnem ao redor de algo, de um altar, que traz algo simbólico a cada dia, a cada tema... o Círculo é nosso, ele tem uma orientadora, facilitadora, ou como queiram chamar, ele é preparado por muitas mulheres que tem algo a contribuir com outras, que tem algo a se descobrir em outras, ele tem uma guardiã que guarda e mantém este Círculo com muito carinho mas espera que cada mulher alimente este projeto com sua contribuição que pode acontecer de muitas maneiras: a sua presença, a sua palavra, a sua questão, a sua proposta, o seu silêncio, a sua contribuição em participar e o desejo de trazer um pouco de si para o altar que tem sempre tanto a nos dizer. Nossos altares já trouxeram:  a água, o fogo, a terra e o ar. Deuses, deusas e anjos. Flores, muitas flores, diversas flores. A frase “Amor à Dança”, xale, leque, castanholas, pandeiro, véus, pedras, relógio, penas, rosas, pétalas e incenso. Muitos oráculos. E nós (em fotos).
Um altar muito especial foi feito por aquela tão importante para a existência deste Círculo mas este ano nos deixou e fez sua passagem para uma nova vida, mas deixou sua forte lembrança e a mensagem: No altar, a renda vermelha de suas bodas de prata e as rosas para representar sua família, o pandeiro para deixar um de seus maiores ensinamentos - A alegria em viver, que todos nós, devemos exteriorizar, mesmo nos momentos mais difíceis de nossas vidas, para que esse brilho possa atrair e contagiar felicidade.
E é com esta alegria que pretendo iniciar nossa nova etapa! O nosso novo Ciclo!

No Círculo Precioso Pedra da Lua, uma das “preciosas” (outro termo que com o passar o tempo caiu em desuso com as mudanças) e que não frequentou mais os Círculos iniciou um registro de frases que marcaram cada Círculo e hoje eu dou continuidade para finalizar este ciclo:


Uma nova proposta nasce... Círculos Preciosos!
Superar desafios na dança é superar desafios na vida...
Que sentido tem a dança para cada uma?
Fogo: transmutação na vida...
Em qual momento tu te sentiste dançando?
Amor à Dança.
Eu quero se feliz agora!
Qual foi o deus ou demônio que enfrentaste durante tua apresentação?
Creio num mundo melhor: o mundo a que desejo pertencer.
Sois todas bailarinas!
O tempo passa... Eu nem tinha percebido os coraçõezinhos ao redor desta página!
Tu viste a fênix?
Fera ou Golfinho?
Os anjos observam...
Siga a voz do seu coração, confie em você!
Muitas coisas serão transmutadas aqui hoje!
Vamos sorrir!
Deixe que as estrelas te inspirem.
Movimento sem sentimento não mostra nada.
Você conhece as verdades do bambu?
A vida é mudança. A vida é uma dança.
A dança te tira a máscara ou te dá outras máscaras?
A dança cura.
Estamos aqui porque queremos estar aqui.
Rezo para Deus dançando.
Somos consequência das nossas escolhas.
O que te faz feliz?
Onde você reabasteça sua essência feminina?
Qual o seu momento de paz?
 Círculos Preciosos, um círculo de transformação! É hora de transmutar!
Que venham as novas cores!"




Encerrado este ciclo chamado "ciclo das pedras preciosas", nossos Círculos voltarão renovados, daremos início ao "ciclo das cores"!!!

Saphyra Cristiane Wilson
Círculo realizado em 19/12/2015

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Círculo Água Marinha por Saphyra

Círculo Precioso Água Marinha por Saphyra

O 20° Círculo, caminhamos para o 21° e encerramento deste ciclo, das pedras preciosas, e começamos a re(pensar) como serão nossos Círculo a partir do próximo ano...
Aqui estão: Luiza, Cássia, Lu Vaiano, Silvana, eu e pela primeira vez a Tábata.

No altar: instrumentos de percussão para simbolizar o tempo

E abrimos o Círculo falando sobre a falta de tempo e é sobre o tempo que queremos refletir. 

É notável o frequente cansaço em muitas pessoas e inegável perceber que as pessoas estão sempre correndo... Sim, precisamos ter consciência de que o tempo está mudando, o tempo está diferente, e aquilo que antes conseguíamos fazer em um determinado tempo, hoje o mesmo tempo não é mais suficiente para a mesma tarefa. É comum escutar que o dia deveria ter 48 horas, pois pensamos que as 24 horas não está sendo suficiente para realizarmos todas as tarefas. Como é pensar que não temos mais as 24 horas? Já está comprovado que a terra está girando mais rápido e que o dia deve estar em 19 horas apenas.

O século XXI é marcado pela velocidade, a tecnologia vem para nos oferecer ferramentas para que agilizar todas as tarefas, hoje não preciso mais ligar para 10 alunas para dar um aviso, basta enviar uma única mensagem pelo whatsapp que atinjo as 10 alunas ao mesmo tempo, não preciso mais ir até o banco e pegar fila para pagar uma conta, sem sair de casa posso paga-la pela internet, não envio mais cartas para os clientes comunicando uma promoção que além de eu ir até o correio a correspondência levaria dias para chegar, hoje basta um clique que um mesmo comunicado chega em segundos a milhares de pessoas por programas de envio de e-mails os redes sociais. O mundo torna-se veloz, assim como o tempo, e ainda assim, com estes sistemas a nosso favor, não conseguimos dar conta das tarefas como se dava antes.

O mundo veloz, exige pressa, agilidade... E com isso vem a cobrança, tudo tem que ser para ontem, e aos que prestam serviços resta se desdobrar para servir, para atender. Na velocidade a qualidade dos serviços caem, não se pode esperar uma costureira preparar um vestido, elaborar, ter tempo hábil para criar e trabalhar sob medida, hoje compra-se tudo pronto, reina a produção em série. Em diversas áreas, tudo é aprendido rapidamente e em poucas horas já se torna especialista em determinada área, e a falta de qualidade vai permeando a nova era e a falta de tempo te faz confortar com a falta de qualidade. 

O século XXI, é o século das super mulheres, aquelas fazem sempre mais de uma coisa ao mesmo tempo, enquanto cozinha, assiste a novela, escuta o marido, lava a louça, atende ao telefonema de trabalho e olha pelos filhos que brigam enquanto se divertem... e é aí, que se esquece a panela no fogo, o arroz queima, que ouviu o que marido falou, mas não escutou e não se lembra de uma informação importante que foi dada e não percebeu como a criança caiu da escada. E este mulher, tem um tempo ocioso, e é este tempo que ela vai ocupar para fazer tudo o que não deu conta de fazer nas 24 horas do dia, este tempo (ocioso) não existe mais. 

Como lidar com esta mudança? Como você se relaciona com este novo tempo? O que fazer para evitar que o turbilhão de informações lhe cause futuros problemas?
Qual o seu momento de paz? Qual o tempo que você se dá para cuidar de você mesma? Qual sua maneira de meditar em meio a tudo isso?

"Buscar o equilíbrio em seu interior", "Procurar momentos de paz", "Meditar",  "Priorizar"...

Como é a sua relação com a música? Como você percebe o tempo de cada música? Como você sente o tempo da execução de cada movimento? Qual o tempo necessário para determinada ação? 

Círculo realizado em 16/08/2015
escrito por Saphyra em 27/08/2015 (11 dias depois, por falta de tempo)




segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dervixes (Shokry Mohamed)

Dervixes

Creio em ti e em seus giros
Creio em todo o universo que te rodeia
Creio em tudo que sabe do universo
Creio em cada círculo que gira

Me enfeitiça sua música encantada
E seus ritmos tranquilos e agitados
Creio em tudo o que te rodeia e o que você rodeia

Gira desenhando círculos
sobre cada círculo, coloca um desejo,
uma esperança, um conselho e uma história

Gira e giramos contigo, deixando escapar estrelas de ti
Gira ao redor da luz, do amado e do amor
Gira a redor do panteão do nosso santo
Gira, Gira, Gira

Gira dentro dos corações
Gira como o sangue circula pelas veias
Gira ao redor da vida e da morte
Gira na terra e no céu
Gira e cada tempo e em cada momento
Gira sobre o planalto da Anatólia
Gira ao redor do Tibet e do Amazonas
Sobre as montanhas do atlas e ao longo do Nilo,
à beira do Mar Morto e do Mar Egeu
Gira sobre os templos da Índia e suas mesquitas
Gira na profundida do universo,
Gira entre os povos e aldeias, entre a multidão, sem fome, sem guerras,
envolvendo coração, inocência e ternura
Gira pela irmandade,
pela união do espírito
pela beleza do espírito
por eles e por mim,
Gira por mim
Gira, Gira, Gira

Gira antes do amanhecer de depois
Gira pela manhã  e pela noite
Gira em todos os tempos
Gira no verão e no inverno
Sob a chuva e o trovão
Sob o sol e sobre a neve
entre o verde das árvores
Gira na primavera e no outono
Gira em cada tempo e cada momento
Gira ó maior de todos os homens
Gira e eu giro contigo.

Vejo o sol girando
A terra gira sob seus pés
A Lua em companhia das estrelas gira
Tudo que te rodeia gira
E você gira sobre terra sólida
desenhando linhas invisíveis
som cor, sem forma e sem deixar buracos
círculos enormes e sem fim
Gira, Gira, Gira

Gira ó maior de todos os homens
e eu girarei contigo
E em sua companhia
Gira, Gira, Gira.




Shokry Mohamed
em La Bailarina Del Templo

Círculo Ametrino - por Saphyra

Círculo Precioso Ametrino - escrito por Saphyra

Mais um Círculo, o novo e o antigo se encontram, um novo Círculo revisita Círculos que já foram vivenciados, um novo espaço, novos personagens que escrevem uma outra história, outras impressões e sempre cada momento é um momento e cada Círculo único!

Somos em 5 (Luiza, Silvana, Cássia, Liza e eu, Saphyra), o novo espaço é preparado para receber pela primeira vez nosso Círculo de Mulheres que Dançam, a energia circular que já está implantada no espaço antigo, hoje chega neste novo local e seguiremos nesta energia fluida de troca que seguiremos nesta roda.
O altar traz o Encontro dos Círculos Ametisa e Citrino já realizados. No centro, a imagem de Ganesha, a mesma do Círculo Citrino, aquele que abre os caminhos, aparece novamente neste Círculo, o primeiro realizado neste espaço para abrir uma nova etapa dos nossos Círculos a troca entre espaços. E também estão neste altar, as ametistas, para nos lembrar que a pedra que abriu nosso ciclo foi o Círculo Ametista, e as ametistas foram e são o símbolo de união entre mulheres que fazem ou já fizeram parte desta roda, o nosso "elo de conexão" que nos uniu e nos fortaleceu enquanto Círculo, hoje restam poucas ametistas e lá estão elas, no altar, a espera novas mulheres que farão parte deste movimento. Hoje, a Liza, recebe a sua.

O Círculo que segue num movimento cíclico, que assim como a roda caminha, gira, transforma, e se mantém aberto à possíveis mudanças, adaptações e principalmente transformações. Nos encontramos em busca de algo transformador, somos a própria mudança, fazemos parte de um Círculo de Mulheres que Dança, e assim como a dança seguimos o fluxo do movimento e deixemo-nos transformar... Nossos Círculos caminham para o encerramento de um ciclo, em breve o 21° Círculo Precioso encerrará o ciclo das pedras preciosas, que nos moveram, motivaram, inspiraram... mas hoje tem se esvaziado, perdido o sentido, pois algo mudou e se mudou vamos lembrar da flexibilidade do bambú (o nosso bastão de fala) e seguiremos no fluxo do novo, que ainda vai chegar.

Revisitando os Círculos anteriores (ametista e ametrino) resgate-se a questão: " Que sentido tem a dança para cada um de nós?".
Em primeiro lugar: a lembrança. Aquela que um dia questionou, há tempos não visita mais este Círculo, não visita a dança neste espaço, será que continua dançando? Será que a dança já não lhe faz mais sentido? E mais uma vez, reflito: de fato estamos em eterna transformação, vivemos em movimento e cada um tem seu tempo, seu momento, e o quanto a dança faz parte da vida de cada um, é muito individual.
As respostas de hoje são outras, outras mulheres, outras histórias, outros propósitos, outro tempo:
A possibilidade de viver vários personagens e levar isso para sua vida, retornar a si mesma, alegria!!!
Se um dia e disse: vida! Hoje eu digo: transformação! A vida sempre no movimento de transformação.

No Círculo Citrino o altar foi composto por peças utilizadas na última apresentação (véu, flores, etc) e hoje o altar é composto por elementos trazidos por cada uma das participantes, elementos que sejam importantes para cada uma e falem de sua dança:o xale, o pandeiro, a tornozeleira de guizos, o sapato de flamenco, as castanholas, uma saia, um véu. O que cada um destes elementos falam sobre cada uma de nós?
O xale emprestado traz a memória da primeira apresentação com outro xale emprestado, mas que faz reviver cada momento daquele dia. O pandeiro, colorido, é símbolo daquele momento em que o sentir-se estrela vem a favor do nosso trabalho, vem na medida certa, suficiente para trazer alegria àquela que deseja simplesmente sentir e transmitir alegria. A imaginação voa e chega a uma momento em que se vê dançando na praça com o pandeiro, seus olhos brilham e nos faz viajar junto em sua fantasia. A tornozeleira de guizos fala muito mais do que um estilo de dança, aparece muito além do que um simples acessório ou peça de vestuário, fala de individualidades, desejos e vontades, encontros e desencontros que a dança traz, descobertas e caminhos escolhidos. Os sapatos, as castanholas - o tempo - o momento de cada um, queremos mais do que dominar movimentos, queremos tocar o outro! Para tocar o outro, precisamos ser tocadas, a música precisa tocar minha alma. Que música te move? Como te move?
A saia, os véus, uma história, um momento, uma nova fase, as novas fases, e de novo a transformação.
Algo que me move, o movimento, o Círculo, a roda, que gira, gira, gira, gira para transformar, e então os Dervixes.


Finalizamos nosso Círculo transformador com um poema, assim como o Círculo Ametista foi encerrado, hoje encerramos com a imagem dos Dervixes que giram, giram, gira... se esvaziam de si e transformam (-se). Leia: Dervixes de Shokry Mohamed

Círculo Precioso Ametrino
Dia 28/07/2015 em Saphyra Espaço de Dança - Unidade Tatuapé
escrito por Saphyra

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Círculo Lepidolita por Saphyra

Círculo Lepidolita - 21/04/2015
escrito por Saphyra






Somos em 10 (Mariana, Cassia, Verinha, Élen, Silvana, Ila, Marcia, eu, Bete e de repente a Vitória)

Breves apresentações individuais novamente se fazem necessárias, após os olhares curiosos apresentarem a questão: "Quem é ela? O que ela faz?"



O altar produzido pela Cassia trouxe a questão: "O que é o feminino?"
Mulher forte x Mulher de força
Aquele vaso com flores falava de uma mulher feminina, delicada, doce buscando descobrir onde encontra-se a doçura, buscando respostas.
Respostas apresentadas pelo perfume, lingerie, piteira, leque, brinco, colar, a filha, boneca, ioni, absorvente... 9 mulheres responderam a questão, e poderíamos estar em milhares, teríamos milhares de respostas, infinitas seriam...

Feminilidade x Feminismo

Onde reabasteço minha essência feminina?

Força masculina / Poder masculino
Poder Feminino / Força Feminina

A pedra Lepidolita com seu tom rosado violáceo vem para nos lembrar que deve haver equilíbrio entre as polaridades: masculina e feminina; físico e espiritual; coração e mente; racional e emocional; yin e yang... Que é preciso reconhecer cada aspecto para alcançar o equilíbrio. Ahhh! A dança, que mais uma vez nos serve como canal na busca deste equilíbrio, num trabalho total, pelo corpo, pelo movimento, pela experimentação das diversas possibilidades de movimento que cada momento dançado traz. 

Encontrar a sua essência feminina... aaah parece fácil!!!
Somos mulheres. Mas, como sentimos e percebemos isso em nosso cotidiano?!
Ao utilizar uma saia? Ao vestir um brinco? Ao cozinhar? Cuidar das plantas? Ao dançar?...e, mais uma vez, nos deparamos com infinitas possibilidades de nos (re) encontrarmos com o nosso feminino, que se faz sagrado. 


Assunto que se desdobra, ao falar de nós mesmas nos enxergamos nas histórias das outras, percebemos que somos iguais, que somos diferentes, e que embora pertencentes ao mesmo gênero, nos percebemos de maneiras diferentes, resgatamos nosso feminino e trabalhamos com nossa feminilidade dentro do que nos é conveniente, como nos sentimos melhor e como estamos preparada para lidar com esta essência. Dizer que concluímos este assunto é uma ilusão, mas este Círculo parece ter atingido seu objetivo: instigar a reflexão de todas presentes e transformou em lágrimas emocionadas aquela que acaba de se descobrir feminina.

O Oráculo das Deusas, sempre bem vindo, encerra mais um Círculo Precioso com mensagens certeiras para cada uma de nós!


Círculo Precioso Lepidolita
Realizado em 21/04/2015 em Saphyra Espaço de Dança - Unidade Pari
Escrito por Saphyra em 12/05/15

quarta-feira, 18 de março de 2015

A Pedra Jade

Jade

Jade é o nome dado às pedras trazidas da China e da América Central à Europa.
É o termo genérico referente a dois minerais nobres, a jadeíta e a nefrita, que tem como composição básica os óxidos de Silício (Si), Alumínio (Al), Sódio (Na), Magnésio (Mg) e Cálcio (Ca) que, devido à reação como o Ferro, adquirem colorações esverdeadas, variando desde tonalidades muito claras (esbranquiçadas) a um verde escuro-azulado.
Caracterizam-se, sobretudo, pelo brilho e dureza e seu valor está, em grande parte, associado à sua raridade, dado que as condições para a sua produção são bastante especiais: baixas temperaturas e alta pressão em zonas de falha geológicas, o que faz com que, em todo o mundo, haja somente 10 ou 11 regiões produtoras.
O Jade é valioso ainda hoje por sua beleza. Suas muitas cores são apreciadas, mas a cor verde-esmeralda, o jade imperial, é muito admirada e procurada por colecionadores.

Possui forte conexão com a Lemúria. Atrai força. Abre caminho para as vidas passadas, especialmente as vividas no oriente. Alivia desarranjos no sistema imunológico. Gera amor divino ou incondicional. Esta associada as principais virtudes: coragem, justiça, misericórdia, modéstia e sabedoria.
Confúcio disse que o jade serviu como um lembrete de integridade da mente e da alma.
Energia: Receptiva
Planeta: Vênus
Signo: Touro
Elemento: Água
Objetivo: amor, sabedoria, cura.
Chacra: Cardiáco

Entretanto, grande parte de seu valor e conteúdo simbólico está, inegavelmente, associado à cor verde, que relacionavam os antigos mesoamericanos à vegetação, às água e, em especial, nos relatos míticos, ao milho - alimento básico das populações.
De um modo geral, fontes escritas oferecem abundantes descrições sobre o jade, enquanto símbolo de vida, e mais que isso, como gema geradora de vida: contas e pedras desse material eram colocadas na boca dos mortos como um substituto do coração; as jovens recém casadas recebiam de presente esses mesmos objetos para garantir a concepção. Muitos acreditam que a pedra jade é a pedra da imortalidade, uma pedra com valor muito alto espiritualmente e financeiramente.

Levando em consideração as duas palavras grifadas do parágrafo anterior: verde e financeiramente, gostaria de fazer um paralelo entre elas e a palavra prosperidade.
O que é prosperidade?
Do latim prosperitate, refere-se à qualidade ou estado de próspero, que, por sua vez, significa ditoso (boa sorte), feliz, venturoso, bem-sucedido, afortunado (Novo Dicionário Aurélio, versão 5.0, e Dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001).
O que significa ser próspero para você?
E se fizermos um outro paralelo entre ser próspero e lidar positivamente com o dinheiro?
Como é sua relação com o dinheiro?

Pesquisa realizada por Silvana Pagotto

Círculo Precioso Jade

Círculo Precioso Jade - escrito por Saphyra

Chegou o dia de mais um Círculo Precioso! Aquele encontro tão esperado e que a cada dois meses esperamos com grande expectativa, sabemos a data, desconfiamos do tema, mas só saberemos que caminho ele vai seguir no momento presente. Será este o grande atrativo que nos faz estar presente? A curiosidade instigada? O que gera em nós a necessidade de "estar"?

Ao abrir o espaço me deparo com a imagem do Lord Ganesha, aquele que me recebe todos os dias ao adentrar neste espaço, é preciso preparar o ambiente que ficará a espera de mulheres, quantas? É sempre uma surpresa.

Silvana é a primeira a chegar, e prepara o altar, enquanto eu recepciono quem devagar vai chegando.
Altar preparado, mulheres sentando para compor este Círculo, um aroma no ar, um som e sorrisos.
Silvana, Cássia, Mariana, Ila, Marlêne, Luciana, Bete e eu - Somo em 8, o número do infinito, aquele que gira, o que faz o dinheiro circular, o dinheiro que instiga mais ainda nossa curiosidade: porque dinheiros simbólicos compõem o altar?
Três 'caras' novas despertam o interesse: "quem são elas?", é necessário uma apresentação e o que faz com que cada uma esteja aqui, na dança e neste momento presente, é exposto em cada fala:
Aquela que teve sua primeira aula no dia anterior, hoje está presente neste Círculo e nos fala sobre a dança como um reencontro. E há a outra que afirma que através da dança é como se Deus ficasse perto de nós. E há aquela que não encontra explicação no porquê abrimos mão de qualquer coisa para estar aqui.




Em nosso altar, baseado na pedra do dia "Jade", representada dentro de uma lamparina, simbolizada pelo tecido verde, vem associada com a prosperidade. Aquela que também tem uma forte conexão com a alegria. A taça com água mostra a pureza da pedra, associada também ao símbolo da vida.
O dinheiro, muito verde, e o Senhor Ganesha, o mesmo que nos recepcionou ao chegar a este espaço, a este Círculo.
E a proposta de conversa trazida pela Silvana partiu da sua pesquisa referente a pedra Jade, que pode ser visualizada nesta postagem: A Pedra Jade




* O que é prosperidade?
* Você é próspero?
* Qual sua relação com o dinheiro?
* Qual o papel do dinheiro? Que lugar ele ocupa na sua vida?

"A prosperidade deve trazer felicidade", e de repente a conexão entre as qualidade da nossa Jade.
"O universo é abundante", "estar no lugar certo, na hora certa e confiar que Deus te leva", "a importância de nos conectar com nossos talentos"...

E qual seria esta relação entre prosperidade e felicidade? Dinheiro traz felicidade ou felicidade traz o dinheiro?
Sim, sabemos da importância do dinheiro, ter ou não ter não é a questão, mas como nos relacionamos com ele e de que maneira ele está ligado a sua felicidade.
"Tirar de dentro de você o que te traz felicidade"

Levamos o foco ao que nos dá prazer e o quanto o dinheiro contribui ou não para isto.

E, caminhando para a felicidade, olhamos para a Jade sob outra perspectiva, a que me traz alegria, se de alguma forma estes dois assuntos estão conectados, esta é a reflexão.

O que te faz feliz?
É a pergunta respondida através de traços e cores que ganham muitas interpretações,
imagens que podem falar mais do que frases e palavras e um papel que não comporta tudo que nos dá prazer, alegria, felicidade...

Alegria é um sentimento de contentamento, de prazer de viver, júbilo, satisfação, exultação. Nas pessoas costuma ser expresso através de sorrisos (Wikipédia)

O exercício foi despertar o sorriso no outro e a reflexão: o quanto levamos alegria aos outros? De que forma? E como isso se dá no seu dia a dia.

Uma proposta lançada: 21 dias trabalhando a visualização de uma imagem e uma lista de alegrias.
Como cada um receberá esta proposta? Quanto estaremos abertas a exercitar? Como isso reverberará em cada uma?  O que pode mudar?
Estar aberta a um exercício e tentar...

21 dias depois - o retorno
Apenas alguns depoimentos sobre este processo, se aconteceu ou não aconteceu:
Algumas pessoas que se propuseram a fazer, foram transformando a imagem da melhor forma, como sentiram-se mais a vontade, como foi o meu caso e é de grande valia! O fato de transformar a imagem visualizada já apresenta que algo se transformou.
No meu caso, a lista de alegrias passou a fazer parte do meu cotidiano, e eu já não senti mais a necessidade de escreve-las, mas todos os dias penso no assunto e lanço olhar sobre a alegria do dia, ciou-se um hábito!
O não acontecer é algo a se pensar também e de repente tentar mais uma vez. Quais foram os motivos que fizeram desistir ou nem começar? Quais foram as dificuldades?




"A alegria não está nas coisas, está em nós" (Goethe)

Fique a vontade para deixar seu comentário deixando sua dica para encontrar a alegria dentro de si.  que você recomenda?

Círculo Precioso Jade
Realizado em 22/02/2015
Escrito em 18/03/2015 (por Saphyra Cristiane Wilson)