quarta-feira, 28 de maio de 2014

Círculo Turmalina Rosa - escrito por Luciana Vaiano

Círculo Turmalina Rosa - escrito por Luciana Vaiano

Pra mim este circulo foi diferente, pelo fato de fazer uma coisa que desde a época do colégio me assustava e assusta ainda: "ESCREVER" .
A sensação que tive com o fato de escrever é que a atenção fica mais aguçada e a percepção também. Comecei a prestar atenção em todas, antes mesmo de iniciar.


Todas foram chegando, e eu lá embaixo ainda na Boutique Cigana... e então uma nova percepção, mais aguçada de todas as outras inúmeras vezes que nos encontramos... a alegria, o prazer, os abraços , os beijos, a sintonia que sempre esteve presente neste espaço. Fiquei pensando no carinho e dedicação que a Telma e a Gill preparavam o altar lá em cima...

Todas nós subimos, sentamos (eu, Telma, Gill, Edi, Valquiria, Elen, Marcia)...e vem a primeira frase: "Este é o primeiro círculo sem a Cris!" (a Saphyra)
E na sequencia: "Ela quer nos tornar independentes"

Um pequeno silêncio, e claro, um vazio, um espaço vago... e acredito que todas, cada uma com seu pensamento: "Como será sem ela que está sempre presente? E agora???"

Então a Telma iniciou o Circulo com a carta que a Saphyra deixou com algumas recomendações em relação a proposta do Círculo e então escutamos: "Ela está aqui com a gente"

Na sequencia, Gill nos passou o desafio, o tema que ela trouxe abordou a saúde da mulher dentro da Dança.
O Altar feito por ela e pela Telma tinha flores vivas, como nós, que mesmo com todas as dificuldades estamos sempre firmes e fortes.

A primeira experiência é colocada: "a dança surgiu em um momento difícil e veio como um elixir. A relação que tenho é como um namoro, se não estou bem paro de dançar, me ausento, mas quando volto é quando me sinto curada" (Gill)
E assim é lançada a primeira questão ao grupo: É possível a Dança trabalhar esse lado da saúde, nossos distúrbios?

Sim, inciam-se as respostas: "eu me curei de um câncer!", "eu danço mais ainda quando não estou bem", eu entrei na dança como terapia, estava num processo depressivo", "minha cura está na dança", "entrei para a dança quando resolvi cuidar de mim, quando resolvi me tirar do buraco, do fundo do poço"

Algumas técnicas são citadas, técnicas que vem para nos auxiliar na cura, técnicas hoje encaradas como sérias e reconhecidas pela ciência que como a Telma introduziu este assunto "nossos hábitos judiam do nosso corpo" e esquecemos de regiões como o baixo ventre, o centro de nosso corpo.
E eu (Luciana) complemento falando sobre o giro tântrico, que foi sugerido que se fizesse uma prática no final do Círculo de hoje.

E surge a nova questão: "O que tem de bom ou de ruim em ser mulher?"
Edi toma passe do bastão: "O maior poder que existe é o da Gratidão. Por exemplo, menstruar...não reclame, veja a renovação. Nós somos mais fortes, os homens mais frágeis"

E Telma complementa com o texto de Augusto Cury: "A biografia masculina tem uma dívida impagável com as mulheres. Os homens sempre foram o sexo frágil, pois só os frágeis usam força. As mulheres sempre usaram mais as idéias e a sensibilidade. Por isso esse misterioso Deus chamou uma mulher para cumprir uma missão que milhares de homens não conseguiram" (Maria, a maior educadora da história - Augusto Cury)

E na sequencia realizamos alguns exercícios práticos, um que Gill nos passou com a pélvis para irrigação de todo assoalho pélvico, lubrificação da vagina, libido... E depois, eu passei o giro tântrico para ativação, harmonização e energização da Kundalini

Após a prática Valquíria encerra: "Devemos começar um movimento de valorização feminina, pois lá fora a referência está perdida. E a mulher não toma essa consciência. Temos que nos unir, nos valorizar!"

Sobre o altar:

As flores tem nome de Flor Viva, Sempre Viva, ela nunca morre, foram trazidas pela Gill do Vale do Matutu (MG) que significa Lugar sagrado, e as pedras, quartzos rosas, de São Tomé da Letras.
Sobre as flores, Élen observa: " Essa flor, Sempre Viva, é bela de frente e de costas, como a beleza da mulher"

Escrito por Luciana Vaiano
Data do Círculo: 18/05/2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

Círculo Fluorita - por Telma Vieira

16 de Março de 2014 – final do verão

Nos reunimos mais uma vez num círculo mágico, formado por mulheres apaixonadas por dança, música e amizades verdadeiras.
Estão presentes neste círculo: Amanda, Gill, Saphyra, Verinha, Edi, Telma e a estreante no círculo: Jane.

Amanda inicia apresentando o altar e seus símbolos:
  •    O bastão: foi acrescentado um adereço simples (para que, ao longo dos próximos encontros, outras companheiras possam agregar os seus toques pessoais) e lilás, símbolo da espiritualidade, da união (masculino/feminino – azul/rosa), representando as dualidades da vida: união/separação;
  •  A pedra: fluorita: compõe-se de várias cores. Tem um pouco de todas as outras pedras curativas.
  •     Altar: feito de itens encontrados no carnaval. Suas cores: o rosa do babado: o romantismo, o feminino; o azul: objetividade, infinito, o masculino; o chapéu preto e prata: preto=ausência de cor, luto, tristeza, o prata= novas idéias; o branco (base do altar): a união de todas as cores, a paz; o dourado: riqueza, abundância, poder... o carnaval! A máscara prateada: a cara limpa: o todo – nossa essência...

Amanda lembra que o carnaval hoje foge as suas origens gregas, coloca-se uma máscara e passa-se a ser quem você é (ou gostaria de ser). No dia a dia, todos usamos máscaras: a mãe, a filha, a profissional, o ego... o que queremos mostrar e não somos.

E na dança? Quem somos? O que representamos? Nossa dança tira nossas máscaras ou nos dá outras máscaras?
Saphyra nos questiona: “O que é estar livre? Você se sente uma pessoa livre?”
Para Vera a liberdade é algo interior, é a liberdade do nosso espírito. Liberdade é subjetiva. Podemos ser prisioneiro de nossos sentimentos, de nossas lembranças.
Edi: "não é o estado civil que define se somos ou não livres",  por vezes, a possibilidade de escolha entre muitos parceiros pode representar uma prisão, ao contrário do que muitos pensam.
Telma lembra ainda do quanto nos temos aprisionado as tecnologias, facebook e afins e deixamos de viver o dia a dia, o real. Será que conseguimos nos policiar para o bom uso do fácil acesso a internet???

“Podemos fazer tudo o que temos vontade?” questiona Saphyra. E as regras para o bom convívio social, as leis? E de quantas outras coisas não somos escravos??? E as expectativas que as pessoas têm de nós?
Saphyra: “Quando visto uma máscara, 'posso ser o que quero'; mas não será esta uma outra prisão?”
“E estes personagens, não podem nos trazer algo de bom? Talvez resgatar algo de nossa essência?” questiona Telma.
“Mas será que tudo o que há em nossa essência é bom? Até onde estes personagens são úteis? Qual o limite para interpretar?” indaga Amanda.
Edi: "não podemos usar as máscaras o tempo todo. Em algum momento, temos que ser nós mesmos."
Saphyra lembra que o bambu (o nosso bastão), fala de flexibilidade, de ser o que somos, mas da importância de aprender com as lições da vida e nos construir a partir delas.
“Será que todos sabemos o que queremos ser?” pergunta Vera. Conhecer-se e saber o que de fato queremos ser, nosso propósito de vida não é algo tão fácil assim.
“Tudo posso, mas nem tudo me é lícito”. Amanda cita esta frase pensando que, no contexto em que estamos inseridos (sociedade, religião, política) temos tendência de querer agradar aos outros, nos condicionando a ser algo para o externo. Tendemos a mostrar o que o outro quer ver e, independente do que façamos, seremos criticados de qualquer forma.

E na dança? “O que é uma dança livre?” indaga Saphyra.
Vera: "Entrega."
Saphyra cita um texto “livre: algo espontâneo, natural, sem nada preparado, algo a ser expressado. É o deleite do momento.” Mas lembra que, quando dançamos um estilo, nos limitamos até pra não descaracterizar a dança. A estética da dança são os limites. “Quando a dança se torna igual, onde está a liberdade se liberdade é o momento?"

Encerramos mais um encontro com um exercício livre, de momento... ao som de uma versão instrumental de “all we need is love”, música que bem retrata tudo o que discutimos: liberdade, criação e nossas carências escondidas atrás das máscaras... afinal, quantos de nós realmente não precisamos apenas de amor...



Texto escrito por Telma Vieira
Data do Círculo:  16/03/2014

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Círculo Pedra do Sol - por Amanditas



Círculo Precioso Pedra do Sol - 19/01/14


Primeiro Círculo de 2014, foi composto por: Amanditas, Daniela Coimbra, Edi Moura, Élen Souza, Elisabete Zancanella, Lunnah D’ouro, Marcia Alvares, Maria de Jesus, Saphyra Cris. O altar teve a inspiração da Elisabete, que com sua intuição nos trouxe a diversidade de belíssimas flores de 3 lugares diferentes, devidamente ornamentadas num vaso de cristal em cima de um pano azul com folhas de louro e um prato com grãos.
O bastão precioso é 3 bambus amarrados com uma fita azul.





A diversidade das flores teve o propósito de nos 

mostrar a peculiar beleza de cada uma.
O prato com os grãos, simbolizando a prosperidade, trazia arroz com a sua propriedade de limpeza, junto com o girassol que trazia a alegria e a canjica com a finalidade calmante. As folhas de louro representavam a vitória, como nas épocas antigas em que os combatentes vitoriosos ganhavam uma coroa de louros. No encerramento do círculo cada uma colocou uma das folhas na carteira para atrair a vitória financeira.
O azul é a cor regente de 2014, presente no pano do altar e na fita do bastão precioso. E por falar em bastão precioso, esse ano representado pelo bambu, ele veio com o propósito em cima da historinha: As verdades do bambu

Acerca da pedra do Sol, Lunnah nos ensina que ela não é natural. É originária do Jaspe sanguíneo sendo uma pedra masculina e que rege a razão. Traz a força necessária do caminhar pela terra e trabalha traumas. O dourado traz a limpeza, o andar para a frente. Propicia crescimento interno, iluminação. Como as palavra do círculo eram o desapego, a mudança e a flexibilidade, fomos ainda embaladas pela poesia do Oswaldo Montenegro na musica: A lista




E então cada uma se pôs a enriquecer o circulo com suas impressões. Amanda nos contou da dificuldade da flexibilidade, que encontra inclusive na hora da dança, que com o tempo aprendeu que a vida é mudança. A vida é uma dança, um ir e vir. Nada é eterno, apenas o eterno. E falando em dança, Edi nos ensina uma dança sobre presente, passado e futuro. A necessidade de perdoar e que a flexibilidade está nos joelhos, quando nos curvamos (como o bambu).
Falamos de quanto a dança pode ajudar a extravasar os sentimentos, mas também nos foi chamada a atenção para o excesso de flexibilidade, que as vezes pode fazer com que a gente não se posicione.
Saphyra lembra que a dança é uma das expressões que mais traz flexibilidade, ela traz o novo, a expressão de si mesmo. Ouvimos relatos da importância da permissão a si mesmo em fazer o que se gosta e o que é necessário para a alma para se sentir completa.

Saphyra nos fala sobre Abhinaya, aquilo que conduz um significado à audiência. Nos relembra que a dança é um caminho, uma forma de se brilhar para fora, de se entregar, de conduzir o telespectador a um sentimento através da dança que é um conjunto de gestos, expressões, ritmo, figurino, etc.


Em uma indução de um momento especial de dança conseguimos, cada uma, voltar a um momento único que resultou em alguns relatos, como este da Maria que diz que dançar é entrar em contato consigo, conexão espiritual, que o corpo é o templo do espírito e se sente grata pela dança. Elisabete nos conta, sorrindo, do seu primeiro solo, que marcou sua vida e que durante a indução pode ate sentir os cheiros daquele momento. Saphyra lembra a palavra do ultimo encontro: a entrega. Que quando dançamos comunicamos nós mesmas naquela hora. A técnica tem que estar no corpo, mas dançar é deixar-se invadir pelo sentimento. Dançar é o conjunto do pensamento com o sentimento e com o corpo. A harmonia desses três elementos é que faz a dança. Lunnah toca num ponto importante: o respeito consigo mesmo. Nos lembra que cada uma é única, com seu jeito, técnica, conhecimento e que cada um deve ser original na hora da dança. No Brasil, se tudo acaba em pizza, no nosso grupo acabamos em dança. E a pedra do sol deu a deixa da musica O Sol do Jota Quest. E encerramos o encontro mandando um recado para a vida: “E se quiser saber pra onde eu vou, pra onde tenha Sol! É pra lá que eu vou!!!”


Círculo Precioso Pedra do Sol
Data: 19/01/2014
Escrito por Amanditas
Resumido por Saphyra

O bastão agora é outro: "As verdades do bambu"

O nosso bastão da fala agora é outro, inspirado no provérbio japonês "As verdades do bambu"



 “Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou: Vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... e este bambu é tão fraco e continua de pé? Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.

 A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
 Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
 Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
 A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
 A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de “eus” ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
 A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
 Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto.” 

Provérbio trazido por Elizabete Zancanella no Círculo Precioso Pedra do Sol em 19/01/2014 quando trocamos o bastão da fala de canela pelo bambu.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Círculo Precioso Citrino - por Saphyra

Círculo Precioso Citrino - por Saphyra


Dia 08/12/13, uma semana após a apresentação do espetáculo Divindades, em que todas estiveram envolvidas, se dedicaram e cumpriram a missão de realizar um belíssimo espetáculo, carregado de sentidos e mensagens... Quantas ideias não partiram dos Círculos Preciosos? Quantas mensagens divinas chegaram através destes Círculos? E o relacionamento do grupo? Será que os Círculos tem parte nisso? Será que o prazer no fazer do espetáculo não estaria relacionado a isso? Será que a compreensão do verdadeiro sentido deste espetáculo não estaria relacionado às presenças nos Círculos?

Este foi nosso primeiro encontro com uma pequena parte do grupo que participou deste espetáculo, muitas coisas que foram vivenciadas no "Divindades" estavam engasgadas e precisavam ser ditas, tudo ainda estava muito vivo em cada uma, e de acordo com o caminhar das propostas e conversas, não tivemos como escapar deste assunto. Dito e feito! Assim seguimos o Círculo Precioso Citrino.

Ao redor do altar estavam a postos: Saphyra, Marcia, Krystal, Lunnah, Bete, Gill, Amanda e Élen, a responsável pelo altar, que abre o Círculo falando sobre ele:


"Trouxe no altar tudo que usei na dança".
O tecido branco que usou no Dionísio é para nos lembrar do ano novo que está por vir, as flores que foram utilizadas na dança à Lakshmi, a deusa indiana da prosperidade e boa sorte! E, ao centro, diversas pedras de Citrino que nada nos deixa faltar.
E complementa com o oráculo das deusas sagradas que nos trará muitas mensagens no dia de hoje.

Na preparação do altar, uma carta vira sozinha e reconhecemos nela a mensagem vinda para este Círculo, para este grupo, é Zhinu que vem nos dizer o seguinte:
" Deixe que as estrelas inspirem você. Descubra um modo original de superar um obstáculo"

E no decorrer do Círculo chegam depois: Luciana, Natália, Rosana e a pequena Julia e Edi Moura.

E, sempre dando as boas vindas a quem vem pela primeira vez a um Círculo Precioso, distribuímos as Ametistas, relembrando a todas a sua importância como elo de conexão ao grupo, recordando-nos dos relatos que tivemos no grupo do uso e força que esta pedra teve e tem. E quando o assunto é a Ametista, por onde anda a sua? Neste momento, algumas se recordam desta ametista e outras reconhecem não saber onde está, hummmm... qual será o seu grau de envolvimento com este Círculo? Porque participo e com que frequência?


E então, Lunnah toma o bastão e inicia a proposta. Nos fala sobre as cortesãs, mulheres que eram preparadas desde e infância para desenvolver determinadas qualidades. Eram as escolhidas como "amantes" mas que possuíam determinados conhecimentos e habilidades que as faziam ser as "acompanhantes" nos ambientes sociais. Hoje, somos todas cortesãs, pois somos mulheres, amante, amiga, conselheira, etc...
7 são as qualidade das cortesãs e como podemos ter consciência destas qualidade e elas virem a nossa favor em 2014?

2014 - O ano da vida! Será governado por Júpiter, que traz movimento, expansão, crescimento, progresso, oportunidades...
Palavra-chave: otimismo, Número: 7
No horóscopo chinês é o ano do cavalo, trará mudanças na vida das pessoas, romantismo e ação, muitas uniões, cor: azul, anjo: Saquiel (expansão financeira, prestígio, viagens)
Respostas rápidas, progresso, vitórias, segurança, romance....
Como???
Com as 7 qualidades das cortesãs vivas em cada uma. Saiba quais são:

1 - Time: Estar no lugar certo, na hora certa. Saber a hora certa de falar, de ouvir, a cortesão sabe a hora certa de se posicionar, estar antenada as oportunidades.
2 - Beleza: O cavalo, o belo, conduz o nosso ano. Reconhecer o que é belo e si, nesse ano do cavalo o que é belo em mim será meu carro chefe em 2014.
3 - Inteligência: No ano de número 7, que está ligado ao conhecimento e auto conhecimento, dedique-se aos estudos, aprimoramento de suas capacidades. Como cortesãs, domine diversos assuntos e isso refletirá no seu brilho.
4 - Atrevimento: Seja corajosa, mas não agressiva!
5 - Alegria: Aquela alegria genuína.
6 - Graça: Graciosidade nos movimentos, delicadeza e sutileza. Está ligada à dança e às pequenas gentilezas do dia a dia.
7 - Feitiçaria: É o charme! O charme é o resumo de todas as qualidades das cortesãs, o charme que encanta e este encantamento era traduzido por feitiçaria.

Falar das qualidades nos remeteu novamente a vivência do espetáculo Divindades, de que forma as qualidades ou a falta delas estiveram presentes? Relacionamos o 'time' da cortesã com muitos acontecimentos e concluímos que a falta de uma qualidade gera a falta de outra.
E a beleza? Onde ela se encontra na dança? Na sua dança ou no momento dançado?
A "falta de beleza" pode estar relacionada a falta de entrega. A entrega em relação ao nosso tema maior: O Divino. E a Amanda solta sua voz: "A entrega é divina e torna a dança divina". E a Natalia lança a frase motivadora e inspirado para a proposta do próxima Círculo: " Movimento sem sentimento não mostra nada".
E os anjos vibram: É isso aí! Elas estão começando a compreender o verdadeiro sentido de dançar. Mas ainda tem muito a percorrer...

Agora com posse desse conhecimento das cortesãs, estaremos prontas para desfrutar o melhor que 2014 tem a nos oferecer, na dança e na vida!

E para encerrar esta proposta fomos brindadas por mais um presente do Círculo Citrino, para que cada uma "se reconheça como deusas, mulheres" (Lunnah)


E antes de encerrar cada uma ganhou o seu Citrino para a coleção de brindes dos Círculos Preciosos, e claro, a mensagem das deusas para cada uma de nós, compartilhadas com o grupo porque aqui a mensagem de uma é a mensagem de todas. 



Em nossa ciranda de encerramento estevam presentes as 7 qualidades das cortesãs, mas a que mais prevaleceu foi a que nos foi chamada a atenção: a alegria! Para celebrar o encerramento do ano, a chegada das férias e a entrada do verão!

Que venha 2014! Estamos todas preparadas e ancoradas nas qualidades das cortesãs!

Saphyra (Cris Wilson)
Data do Círculo:08/12/2013
Escrito em: 18/12/2013









terça-feira, 24 de setembro de 2013

Círculo Quartzo Branco - por Edi Moura

Círculo Quartzo Branco - por Edi Moura
(adaptação Saphyra Cris Wilson)

Que benção, mais um círculo chegou, como é maravilhoso!!!!
Mais mulheres se reunem na mesma proposta e esperança, receber mensagens, de Deus, Deusas, Deuses e Anjos.
E mais uma vez o poder feminino se reúne, desta vez éramos em onze mulheres!
(Verinha, Krystal, Lunnah, Edi Moura, Eddie, Valquíria, Angélica, Marcia, Élen, Bete e Saphyra)

O altar foi preparado por Verinha e complementado pela Krystal

Quando bati meus olhos logo percebi, haviam muitas crianças iluminadas, muitos anjos, muita luz.
A toalha do altar na cor roxo, gritava:
__Muitas coisas serão transmutadas aqui hoje.




                                          __Vamos sorrir!

Começa mais um Círculo Precioso!
Saphyra de posse do bastão, abriu e passou a palavra a Verinha que por sua vez explicou a preparação do altar:


__O altar foi preparado com conchas para saudar o verão, folhas para primavera.
E complementa falando da necessidade de todas as estações em nossas vidas.

E a energia do círculo começa mandas os seus recados:

Krystal trouxe para nos presentear cristais, quartzo branco e nos anima, dizendo que ele é o clínico geral e tem as 7 cores do Arco Íris, além de ser nosso cristal analgésico e explica que as flores é para saudar a Primavera e o cristal para saudar o verão, as quatro estações. E a Lunnah, que sempre nos prestigia, proclama:
__Nesta primavera iremos colher coisas boas, muitas coisas boas!
E ainda nos dá uma aula de como escolhermos um quartzo branco e a importância de enxergarmos dentro dele um arco-íris

E as emoções começam a tomar conta do círculo quando ele é reconhecido como um espaço de alegria e de cuidado com cada cristal que carregamos e sentimos a presença de todas quando precisamos.

Edi Moura fala da necessidade do abraço, 
abraçar as pessoas, sejam elas quem forem, a importância de não falar mal dos outros, não julgar e semear amor a todos, idosos, moradores de rua etc...fala ainda do respeito pelas coisas e objetos, e da importância da gratidão, de passarmos um dia inteiro agradecendo por tudo e por todos.
Enquanto isso as demais, junto com os anjos, observam, alguns se emocionam e as lágrimas começam a surgir. 

Angélica nos presenteia falando de Fé, a grande Fé..e os anjos aplaudem sorrindo e gritam!
__Isso mesmo, chegamos onde queríamos chegar.

Entre conversas como doenças, curas, tristezas e alegrias,

Valquíria diz:
__Quando estou triste em casa, lembro da
 Saphyra dançando e balançando os ombros e isso me deixa feliz, pois quando ela balança seus ombros na dança, eu sinto que ela transmite felicidade, muita felicidade!

Opa! Os anjos se alegram e gritam:
_ Olha aí! Vocês estão no caminho certo, encontrando na dança uma forma de encontrar a felicidade.  



E então, Krystal toma o bastão e introduz a proposta central deste círculo e ouvimos e refletimos juntas sobre a cancão “Palavras” de Titãs, que se segue no vídeo abaixo:



Edi Moura faz a liga do assunto anterior citando exemplos de como curar mentes, pensamentos, nossos estados doentes com o poder das palavras.

E os Anjos ficavam tão felizes que iam se achegando cada vez mais e  mais ao nosso Precioso Círculo e falavam:
__Que bom, elas estão aprendendo a transmutar os pensamentos e sentimentos, é preciso mudar para se ter a Vitória!

E após a vivência prática trazida pela Krystal para nossa reflexão sobre o uso das palavras.  
Saphyra reforça que os olhos não mentem jamais, que é sim possível se comunicar sem palavras.

E Élen nos ensina um mantra para viver melhor:
__Sinto Muito! 
__Me perdoe!
__ Eu te amo
__Sou grata!


E assim fomos presenteadas com uma linda dança circular ao som do Poeta: Oswaldo Montenegro
e saímos de lá todas prontas e plenas para esperar a primavera chegar!
Com a certeza de que: 
__Os problemas são Anjos que nos ajudam a sermos pessoas melhores.


Encerramos o círculo, comemos docinhos, e os anjos quiseram permanecer por lá, de tanta felicidade e alegria por ter dado tudo certo mais uma vez! 

Escrito por Edi Moura
com adaptação de Saphyra Cristiane Wilson
Data do Círculo: 15/09/2013

sábado, 13 de julho de 2013

Mensagem de um representante dos deuses no Círculo Granada

Mensagem de um representante dos deuses no Círculo Granada (por Carmem Toledo)

Uma nova proposta nasce... Círculos Preciosos.
            Superar movimentos de dança é superar desafios na vida...
            Que sentido tem a dança para cada uma?
            Fogo: transmutação na vida...
            Em qual momento tu te sentiste dançando?
            Amor à dança.
            Eu quero ser feliz agora!
            Qual foi o Deus ou o Demônio que enfrentaste durante tua apresentação?
            Crio um mundo melhor: o mundo a que desejo pertencer.
            Sois todas bailarinas!
            O tempo passa... Eu nem tinha percebido os coraçõezinhos ao redor desta página!
            Tu viste a Fênix?
            Fera ou golfinho?
            Os anjos observam...

           
Humanos, abri vossos olhos!
Quem invocou Dioniso, deus grego do vinho e do teatro?
            Os deuses tudo ouvem e tudo veem! Eles escutam vossos pedidos e podem atendê-los... E quando isso acontece, acontecimentos mágicos vêm à tona!
            Sim, sim! Dioniso ouviu o chamado do último círculo! Por causa disso, aqui estou, representante dos deuses que sou, para trazer a vós alguns presentes em agradecimento às honras que lhes foram prestadas há dois meses...
            Que presentes são esses? Calma, calma, humanos que tudo arrastam com vossa pressa! Já vos será dado, mas antes, que a magia prometida caia sobre vós! Já não há tempo e espaço! Faça-se o infinito!
            Todos os círculos se fazem um! Ametista, Ágata, Turquesa, Rubi, Quartzo Rosa, Pedra da Lua fundem-se com o primeiro e o atual círculo, a que decidistes dar o nome de Granada!
            Todos eles se fazem presentes! Já não há passado, presente ou futuro! Viveis no mundo atemporal dos deuses!
            No altar, energias são trazidas de longe e de perto... Ao centro, a pedra que parece comum foi trazida de Santa Cruz de Tenerife, terra de uma das bisavós de Preciosa Carmem. As castanholas foram dadas à sua mãe, Preciosa Irene, quando esta tinha seis anos. O relógio de bolso pertencera a seu avô, pai de Preciosa Irene. Não estranheis que esteja parado! Para que relógio, quando se vive no infinito, onde nada é esquecido, e sim vivido intensamente? Que bom seria se os humanos conseguissem agarrar esse rapaz ágil que é Kairós - símbolo do momento oportuno - e, assim, conseguissem aproveitar melhor a dádiva de Chronos, o tempo cronológico, medido com essas máquinas tão falhas quanto eles próprios...
            Circundando esses objetos, reconheceis quem está no altar?
            Todas vós! Cada círculo e cada momento de dança, alegria e aprendizado são abençoados pelos deuses e colocados no centro. Se antes, estáveis em volta dele, agora, fazeis parte do altar! Cada uma é sagrada e deve fazer germinar a semente da vida eterna dentro de si. Tudo tem seu início dentro de cada uma - inclusive a fera e o golfinho que cada qual traz em seu âmago, bem como a criança que corre, canta e dança livremente, sem nada temer.
            Então, como já não há tempo para vos prender, tornai-vos crianças! Vede que mundo novo a se descortinar diante de vós! Quanta esperança! Agora, tendes tempo de ver as cores... Vivei! Vivei! A pedra Granada tem seu nome emprestado pelo latim – “Granatus”, que significa “grão” - e é originadora da vida! Guardiã do amor, da paixão e do sexo, também protege as amizades verdadeiras. Aproveitai o que ela vos proporciona, junto à magia que vos está sendo dada neste momento, para que sintais a presença de seres iluminados que querem vos acolher! Os anjos vos observam... Com eles, entes queridos cuidam de vós...
            A cada novo círculo, pensai em cada um deles e em tudo de bom que vos passaram, sem vos esquecerdes que cada uma aqui presente também constrói uma nova história, que será passada às novas gerações. Cada uma é importante e indispensável. Cada uma é exemplo a ser seguido.
            Pensando nisso, olhai as fitas do bastão da fala, que o tornam tão parecido com a Fênix que já vos visitou um dia! Em cada fita, nomes de mulheres são entregues às bênçãos dos deuses e devem fazer com que lembreis de cada exemplo que deveis seguir. Cada uma de vós conhece alguém que possui um ou mais desses nomes... Enviai bons pensamentos a cada nome lido! Junto deles, estão palavras que vos estão sendo dadas neste momento mágico e atemporal!
            Agora, o mundo deve voltar a girar! Dioniso me chama!
            Não digo “Adeus”, nem “Até logo”, mas “Até o tempo dos deuses!”
           
            Escrito po Carmem Toledo

Data do círculo: 07/07/2013